• PROCEDIMENTOS

    COM SEGURANÇA

    Ao saber que precisará passar por um procedimento cirúrgico, o paciente é cercado de muitas dúvidas, por isso é fundamental procurar profissionais com experiencia
  • QUARENTA ANOS

    DE EXPÊRIENCIA

    Uma das inquietações ao paciente é saber se os profissionais envolvidos em sua cirurgia tem experiência para realizar tal procedimento.
  • Adenoidectomia Criança

    Crianças que apresentam queixas de nariz tampado, roncos, sono agitado, respiração oral, catarro constante no nariz e que não melhoram com o tratamento clínico. O objetivo é melhorar a respiração do paciente, eliminar o ronco e promover melhor qualidade de sono e de vida para a criança.

    As adenóides se localizam na porção posterior do nariz, e podem ser acessadas pela boca, atrás do palato mole (“céu da boca”). A cirurgia consiste em remover as adenóides com um instrumento chamado “microdebridador”, que é colocado através da boca por trás do palato mole e é capaz de triturar e aspirar as adenóides.

    Todo o procedimento é realizado por dentro da boca, com uma câmera denominada endoscópio, de forma que a Equipe Médica tenha visão direta e completa de toda a adenóide, reduzindo o risco de lesão de outras estruturas assim como a certeza de que toda a adenóide foi removida. Não há cicatrizes no pós-operatório.

  • Amigdalectomia Criança

    Cirurgia para pacientes que apresentam amigdalites de repetição, complicações de amigdalites (abscessos), profilaxia para febre reumática, aumento de volume unilateral ou suspeita de malignidade, amigdalites caseosas que geram mau hálito e apnéia do sono (parada da respiração enquanto dorme). O objetivo  evitar novas amigdalites que possam complicar com abscessos ou febre reumática, resolver o mau hálito e a apnéia do sono.

    As amigdalas se localizam na porção posterior e lateral da boca bilateralmente, e podem ser acessadas pela boca. A cirurgia consiste em remover as amígdalas com instrumentos adequados e em seguida cauterizar pontos sangrantes. Todo o procedimento é realizado por dentro da boca, de forma que não há cicatrizes no pós-operatório.

  • Amigdalectomia Adulto

    Cirurgia para pacientes que apresentam amigdalites de repetição, complicações de amigdalites (abscessos), profilaxia para febre reumática, aumento de volume unilateral ou suspeita de malignidade, amigdalites caseosas que geram mau hálito e apnéia do sono (parada da respiração enquanto dorme). O objetivo  evitar novas amigdalites que possam complicar com abscessos ou febre reumática, resolver o mau hálito e a apnéia do sono.

    As amigdalas se localizam na porção posterior e lateral da boca bilateralmente, e podem ser acessadas pela boca. A cirurgia consiste em remover as amígdalas com instrumentos adequados e em seguida cauterizar pontos sangrantes. Todo o procedimento é realizado por dentro da boca, de forma que não há cicatrizes no pós-operatório.

  • Frenotomia lingual ou Biópsia de boca

    Cirurgia para pacientes com sinusite crônica com ou sem polipose nasal, que apresentam queixa de nariz tampado, associado ou não a redução do cheiro e presença de catarro no nariz que constantemente cai para a garganta, e não melhoram com o tratamento clínico. O objetivo é melhorar a drenagem dos seios paranasais (seios da face), facilitando a eliminação do catarro preso nos seios e promovendo a ventilação dos mesmos, bem como melhorar a sensação de nariz tampado. No caso da presença da polipose nasal, pretende-se remover os pólipos do nariz.

    Todo o procedimento é realizado por dentro do nariz, com uma câmera denominada endoscópio, de forma que o paciente não apresenta cicatrizes no pós-operatório. A cirurgia consiste em remover delicadamente estruturas que dificultam a drenagem dos seios da face com instrumentos adequados, facilitando a drenagem de catarro produzido diariamente pelos seios.
    De acordo com o seio da face acometido, pode-se ampliar a drenagem do seio maxilar, etmoidal, frontal ou esfenoidal. Os pólipos nasais, quando presentes, são removidos bilateralmente. Geralmente nossa Equipe Médica NÃO utiliza tampões dentro do nariz, o que causa um maior conforto pós-operatório ao paciente.

    Obs: A cirurgia de correção do septo pode ser realizada em conjunto com a cirurgia da sinusite, especialmente quando o desvio de septo obstrui a via de acesso para os seios da face.

  • Microcirurgia de Laringe

    Cirurgia realizada para retirar os pólipos, nódulos (calos) nas cordas vocais.

  • Septoplastia

    Cirurgia para pacientes com queixa de nariz tampado, associado ou não a roncos, que não melhoram com o tratamento clínico, e que apresentam desvio de septo. O objetivo é melhorar a respiração do paciente.

    Todo o procedimento é realizado por dentro do nariz, de preferência com uma câmera denominada endoscópio, de forma que o paciente não apresenta cicatrizes no pós-operatório. O septo nasal é recoberto pela mucosa nasal que é incisada e afastada de modo que possamos ter acesso especificamente à parte cartilaginosa (anterior) e óssea (posterior) do septo nasal. Uma vez visualizada a tortuosidade do septo nasal (desvio de septo) responsável pela sensação de nariz tampado, a mesma é removida com instrumentos adequados.

    A mucosa nasal é novamente aproximada e suturada com fios que são absorvidos pelo próprio organismo. Assim, os pontos dados ficam na parte interna do nariz, não sendo vistos por outros indivíduos, e caem sozinhos em aproximadamente 2 semanas. Geralmente nossa Equipe Médica NÃO utiliza tampões dentro do nariz, o que causa um maior conforto pós-operatório ao paciente.

    Obs: Quando a cirurgia de correção do septo é realizada em conjunto com a cirurgia na rinite, é colocada uma fina lâmina de silicone (“splint nasal”) entre o septo nasal e os cornetos nasais para que não haja aderência entre essas estruturas no pós-operatório. O “splint nasal” NÃO é um tampão nasal; e o paciente não percebe que o mesmo se encontra dentro do nariz.

  • Timpanoplastia Tipo I

    Cirurgia para pacientes com perfuração da membrana do tímpano. O objetivo é fechar a perfuração da membrana do tímpano, evitando novas infecções e melhorando a audição do paciente.

    Com o auxílio do microscópio, a membrana do tímpano perfurada é visualizada através da orelha externa. Os bordos da perfuração são inicialmente “machucados” com um instrumento adequado, para que sejam estimulados a “crescer” e se encontrarem para assim fechar a perfuração. Uma pequena incisão é feita dentro do canal externo do ouvido, de modo que conseguimos afastar a pele do canal e criar um “túnel” entre o osso do canal externo do ouvido e a pele. Aprofundando este “túnel”, chegamos à transição entre a orelha externa e a orelha média, que é justamente a região onde a membrana do tímpano se fixa.

    Neste momento, coloca-se um enxerto por baixo da membrana do tímpano, através do “túnel” que foi criado, e novamente reaproxima-se a pele do canal externo ao osso do canal. O enxerto fica na orelha média, por baixo da membrana do tímpano e serve de guia para o crescimento dos bordos da perfuração se encontrarem. Não há pontos e portanto, o paciente não apresenta cicatrizes no pós-operatório.

  • Timpanoplastia Tipo II

    Cirurgia para pacientes com perfuração da membrana do tímpano. O objetivo é fechar a perfuração da membrana do tímpano, evitando novas infecções e melhorando a audição do paciente.

    Com o auxílio do microscópio, a membrana do tímpano perfurada é visualizada através da orelha externa. Os bordos da perfuração são inicialmente “machucados” com um instrumento adequado, para que sejam estimulados a “crescer” e se encontrarem para assim fechar a perfuração. Uma pequena incisão é feita dentro do canal externo do ouvido, de modo que conseguimos afastar a pele do canal e criar um “túnel” entre o osso do canal externo do ouvido e a pele. Aprofundando este “túnel”, chegamos à transição entre a orelha externa e a orelha média, que é justamente a região onde a membrana do tímpano se fixa.

    Neste momento, coloca-se um enxerto por baixo da membrana do tímpano, através do “túnel” que foi criado, e novamente reaproxima-se a pele do canal externo ao osso do canal. O enxerto fica na orelha média, por baixo da membrana do tímpano e serve de guia para o crescimento dos bordos da perfuração se encontrarem. Não há pontos e portanto, o paciente não apresenta cicatrizes no pós-operatório.

  • Timpanotomia para tubo de ventilação

    É realizada quando a pessoa apresenta Otite média serosa, que provoca o acúmulo de secreção dentro da orelha média. A cirurgia consiste na colocação de um tubo de ventilação (uma prótese em formato de tubo que liga a orelha média à externa) permitindo o equilíbrio das pressões dentro e fora da orelha média. Essa cirurgia é realizada principalmente em crianças, por apresentarem Otites médias freqüentes.

  • Turbinectomia

    É comum a realização da turbinectomia concomitante à septoplastia. A turbinectomia consiste na retirada parcial dos cornetos nasais, estruturas que quando aumentadas de tamanho causam obstrução nasal importante e que muito comumente estão aumentadas em pacientes alérgicos.

    A remoção parcial dos cornetos não interfere na sua função de filtração, aquecimento e umidificação do ar, porém diminui significativamente o obstrução nasal causada por eles.

  • Sinusectomia Unilateral Maxilar

    Cirurgia realizada para tratamento de roncos e apnéia do sono (curtas paradas respiratórias).

  • Sinusectomia Unilateral Etmoidal

    Cirurgia realizada para tratamento de roncos e apnéia do sono (curtas paradas respiratórias).

  • Sinusectomia Unilateral Frontal

    Cirurgia realizada para tratamento de roncos e apnéia do sono (curtas paradas respiratórias).

  • Sinusectomia Unilateral Esfenoidal

    Cirurgia realizada para tratamento de roncos e apnéia do sono (curtas paradas respiratórias).

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